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Logo depois do anúncio da mudança de presidente, a Volkswagen do Brasil confirma a chegada do sedã compacto Virtus em janeiro. Além disso, a fabricante divulga um esboço do perfil do novo modelo que vai chegar ao mercado para concorrer com modelos como Honda City, Chevrolet Cobalt, Ford Fiesta Sedan e companhia, inclusive o novo sedã do Fiat Argo, que também chega no início do ano que vem.

Dentro da linha Volkswagen, o VW Virtus ficará entre o Voyage e o Jetta. É fabricado sobre a nova base MQB-A0, a mesma que equipa o Polo e também será usada em mais dois modelos: um SUV compacto e uma picape maior que a Saveiro, que chegará para brigar com Fiat Toro e Renault Oroch.

A questão a ser resolvida pela Volkswagen é posicionar o Virtus no mercado com preço competitivo. O Cobalt fica na faixa entre R$ 60 mil e 70 mil e o City (prestes a ser renovado) pode chegar aos R$ 80 mil na versão mais bem equipada. O novo modelo da marca alemã deverá ficar nesse patamar do rival da fabricante japonesa e com valor agregado semelhante ao do Polo.

Sedã com apelo esportivo

O VW Virtus chegará ao Brasil com motores 1.6, de 120 cv e 1.0 turbo, de 128 cv, os mesmos usados no Polo. Entretanto, não vai estar disponível com motor 1.0 aspirado. E contará com caixas de câmbio manuais e automáticas. Mede 4,47 metros de comprimento e tem 2,65 metros de entre-eixos e deverá contar com um porta-malas espaçoso, com cerca de 500 litros de capacidade.

Assim como o Polo, o VW Virtus terá entre as principais características a possibilidade de vir equipado com um bom pacote de itens sofisticados, como o quadro de instrumentos digital e configurável que funciona em conjunto com a nova central multimídia compatível com Apple Car Play e Android Auto, tela sensível ao toque, entre outros recursos, como comando por voz. Ainda entre os equipamentos disponíveis estarão entre os destaques itens como ar-condicionado digital, volante multifuncional e sensores que acionam os faróis e limpadores de para-brisa automaticamente.

Fonte: Carros – iG

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Enfim, o Polo. De retorno ao Brasil após três anos, o compacto da Volkswagen chega com novo posicionamento, nova plataforma e novos motores, e com preços que variam entre R$ 49.990 e R$ 69.190.

Em sua primeira fase no País, entre 2002 e 2014, o Polo inaugurou o segmento de compactos premium, mas logo se tornou coadjuvante em meio aos populares Gol e Fox. Agora, o Polo terá a missão de substituir, ainda que aos poucos, o Fox, que passa a ser vendido em apenas duas versões e apenas com motor 1.6 8V.

Sim, o Volkswagen Polo de entrada tem motor 1.0. Trata-se do três cilindros aspirado (MPI), com 84/75 cv e 10,4/9,7 mkgf.

Esta versão de entrada não tem nome específico, mas tem ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, quatro airbags (dois dianteiros e dois laterais), Isofix, faróis com dupla parábola, computador de bordo, suporte para smartphone no topo do painel com USB para recarga, regulagem de altura do banco do motorista e chave tipo canivete. Isso, por R$ 49.990.

Em seguida vem o Polo 1.6 MSI por R$ 54.990. O pacote de equipamentos é o mesmo, mas o motor é o 1.6 16V MSI com 117/110 cv e 16,5/15,8 mkgf com etanol/gasolina. O câmbio é sempre manual de cinco marchas (eram seis no Fox), conjunto que permite que o hatch chegue aos 100 km/h em 9,6 segundos.

O pacote de equipamentos é bom, mas há faltas. Por isso, há dois pacotes de opcionais. O primeiro tem central multimídia Composition Touch com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, entrada USB, conexão Bluetooth e integração com Mirror Link e Android Auto, rodas de liga leve Viper aro 15 e controle de estabilidade. O segundo tem apenas controle de estabilidade.

Separada por R$ 10.200, a versão Comfortline 200TSI. Com preço inicial de R$ 65.190, é a primeira com o badalado conjunto mecânico formado pelo motor 1.0 TSI (turbo com injeção direta) de 128 cv e 20,4 mkgf de torque e o câmbio automático de seis marchas com modo sequencial Tiptronic. O 200TSI é referência aos 200 nm de torque e ao sistema de turbo com injeção direta do motor. Mesmo assim, o 0 a 100 km/h é feito no mesmo tempo do 1.6: 9,6 segundos, de acordo com a Volkswagen.

Tem suas mudanças para tentar justificar o valor salgado. Sai o painel monocromático das outras versões e entra um com materiais de cores e texturas contrastantes, com porções em cinza e preto, além do acabamento brilhante no centro do painel. Por fora, tem faróis de neblina com função cornering, lanternas escurecidas e rodas de liga leve aro 15”.

Ainda soma aos equipamentos das versões anteriores o controle de estabilidade com bloqueio eletrônico do diferencial, freios a disco nas quatro rodas, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, central multimídia Composition Touch, bancos traseiros bipartidos, retrovisores elétricos, sensores de estacionamento traseiros, descansa braço dianteiro e volante multifuncional.

Há opcionais, claro. O primeiro pacote tem chave presencial, retrovisor interno eletrocrômico, sensores de estacionamento dianteiros, aletas para troca de marchas atrás do volante, farol com ajuste automático de intensidade, rodas de 16 polegadas e piloto automático.

O segundo soma ar-condicionado digital, câmera de ré, frenagem automática pós-colisão, aletas para troca de marchas atrás do volante, faróis automáticos, sensores de chuva, detector de fadiga, indicador de pressão dos pneus e detalhes em preto brilhante.

A versão mais cara é a Highline, de R$ 69.190. Soma piloto automático, sensores de estacionamento dianteiros, partida do motor por botão, duas portas USB, luzes diurnas em led, ar digital, volante revestido de couro e porta-luvas refrigerado.

Mas os grandes destaques estão entre os opcionais. O primeiro pacote soma indicador de pressão dos pneus, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva, faróis automáticos, câmera de ré, detector de fadiga, frenagem automática pós-colisão e central multimídia Discover Media com tela sensível ao toque de 8 polegadas, GPS, comandos de voz, sensor de aproximação, USB, Bluetooth e conexão com Android Auto, Apple CarPlay e Mirror Link.

O segundo pacote tem rodas de liga leve de 17 polegadas e quadro de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas de alta definição com todas as informações de condução e navegação.

Sem precedentes

O Volkswagen Polo tem poucas diferenças em relação ao europeu. Além da suspensão 2 cm mais alta e do túnel central mais baixo, tem para-choque dianteiro exclusivo, com uma faixa preta acima da tomada de ar. Mas a plataforma é a mesma MQB, modular, e que usa 18,5% de aços conformados a quente e mais de 50% de aços especiais que aumentam sua rigidez estrutural.

Nas dimensões, é bem maior. São 4,05 m de comprimento (16,7 cm a mais que o antigo Polo), 1,75 m de largura (+ 10 cm), 1,47 m de altura (2,1 cm a menos) e 2,56 m de entre-eixos (+ 10 cm). O porta-malas tem 300L de capacidade.

Desempenho e consumo:

Polo 1.0 MPI

Aceleração 0-100 km/h –  13,3s (G) e 13,0 (E)
Aceleração 0-1.000 m – 35,3s (G) e 35,0 (E)
Retomada 80-120 km/h, 5ª. –  20,6s (G) e 20,0s (E)
Velocidade máxima – 166 km/h (G) e  170 (E)

Consumo com gasolina: 12,9 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada
Consumo com etanol: 8,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada

Polo 1.6 MSI

Aceleração 0-100 km/h –  9,9s (G) e 9,6 (E)
Aceleração 0-1.000 m – 31,4s (G) e 30,9 (E)
Retomada 80-120 km/h, 5ª. –  14,9s (G) e 14,6s (E)
Velocidade máxima – 189 km/h (G) e  193 (E)

Consumo com gasolina: 12 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada
Consumo com etanol: 8,2 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada.

Polo 1.0 TSI

Aceleração 0-100 km/h –  10,1s (G) e 9,6 (E)
Aceleração 0-1.000 m – 31,6s (G) e 30,9 (E)
Retomada 80-120 km/h –  nd (G) e nd (E)
Velocidade máxima – 187 km/h (G) e  192 (E)

Consumo com gasolina: 11,6 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada
Consumo com etanol: 8 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada

 

Fonte: http://primeiramarcha.com.br/

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Honda FIT 2018

29 set 2017 na categoria Fique por dentro

Renovado, Honda Fit 2018 tem controle de estabilidade e parte de R$ 58.700

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Seguindo o passo de outros mercados, o Honda Fit brasileiro passou por reestilização na linha 2018. Além de pequenas alterações no design, o monovolume tem pacote de equipamentos atualizado com direito a adoção dos importantes controles de estabilidade e tração como padrão em todas as versões.

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Antes de mais nada, vale detalhar as mudanças no design. Começa pelo para-choque dianteiro com formas mais dinâmicas, pela nova grade com bordas cromadas e pelos faróis, que recebem luzes diurnas de LEDs na versão topo de linha EXL (fotos). Na versão EX os LEDs ficam ao lado dos faróis de neblina e as demais precisarão recorrer à lista de acessórios para ter o equipamento.

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A traseira também exibe novo para-choque com saídas de ar falsas que dão aspecto esportivo. Mas o mais importante é que este para-choque está mais saltado para fora, o que evitará que a tampa traseira amasse em pequenas colisões. Para completar, as novas lanternas têm iluminação de LEDs.

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as laterais nota-se as novas rodas, com aro 15″ nas versões DX e LX, e aro 16″ nas EX e EXL.

Por dentro, os novos ares dependem de equipamentos. A versão EX voltou a ter ar-condicionado digital (era equipamento na geração anterior), mesmo sistema com comandos sensíveis ao toque visto no sedã City. Além disso, a EXL tem nova central multimídia compatível com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto.

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Junto dos controles de estabilidade e tração chegam o assistente de partida em rampa e o alerta de frenagem de emergência. Todos eles são equipamentos de série em todas as versões.  Outra alteração técnica importante é a nova direção elétrica com motor brushless (sem escovas), como no WR-V.

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Não há alterações mecânicas. Ou seja: o Honda Fit continua com o motor 1.5 16 i-VTEC de 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque a 4.800 rpm quando com etanol. Apenas a versão DX tem câmbio manual, enquanto as demais têm câmbio CVT com simulação de sete marchas.

Versões, equipamentos e preços:

Honda Fit DX – Manual: R$ 57.800

Ganhou luz de cortesia central e ainda é equipada com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, trio, som com entrada USB e Bluetooth, Isofix, rodas de liga leve de 15″ e tecido nos bancos, além dos controles de estabilidade e tração.

 

Honda Fit Personal – CVT: R$ 68.700

Mais voltada para vendas a pessoas com deficiência (PcD), tem câmbio CVT, central multimídia de 5″ com câmera de ré e comandos no volante, banco traseiro bipartido, controle de cruzeiro e setas integradas nos retrovisores. Só que as rodas são de aço, com calotas.

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Honda Fit LX – CVT: R$ 70.100

A versão tem a mais faróis de neblina, alarme com comando na chave, entre outros itens. Na linha 2018, receberá novas rodas de liga leve com desenho esportivo.

Honda Fit EX – CVT: R$ 75.600

Soma ar automático com comandos sensíveis ao toque, aletas no volante para trocas das sete marchas simuladas no CVT, air bags laterais, descansa-braço central, função auto para fechar os vidros dianteiros elétricos, luzes diurnas e rodas com aros de 16″. Vai manter o quadro de instrumentos com coloração azul, câmera de ré com três ângulos diferentes e couro no revestimento do volante.honda-fit-elx-2018-4

Honda Fit EXL – CVT: R$ 80.900

A topo de linha tem faróis dianteiros de LEDs com luzes diurnas integradas, central multimídia de 7″ com GPS e espelhamento de celulares, comando de voz para Bluetooth, dois tweeters frontais e rebatimento automático dos retrovisores.

fonte: rimeiramarcha.com.br

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Toyota confirmou nesta segunda-feira (25) que fabricará no Brasil o Yaris em sua versão hatch, que ficará acima do Etios na sua gama de produtos. O lançamento será na segunda metade de 2018.

Para produzir o novo modelo, a Toyota investirá R$ 1 bilhão na unidade de Sorocaba, além dos R$ 600 milhões já anunciados para ampliar a fábrica de motores em Porto Feliz, inaugurada em maio do ano passado.

Além dos 1.3 e 1.5 do Etios, a Toyota vai fazer o motor do Corolla em Porto Feliz. Com isso, a capacidade passará de 108 mil para 174 mil propulsores por ano. A ampliação começou em novembro.

“O mercado já está dando alguns sinais de recuperação, mas independentemente da situação de hoje nós olhamos mais para frente”, afirmou Rafael Chang, presidente da Toyota no Brasil.”

A Toyota espera criar cerca de 500 novos postos de trabalho (diretos e indiretos) nas duas unidades no interior de São Paulo.

O Yaris é feito no México, mas sobre outra plataforma derivada da Mazda. O Brasil produzirá uma nova versão do Yaris, que foi apresentada recentemente na Tailândia.

A Toyota não forneceu mais detalhes sobre motorização e equipamentos, que serão informados mais perto do lançamento por aqui.

Acima do Etios, que custa entre R$ 46 mil e R$ 66 mil, o Yaris deve competir com Ford Fiesta, Peugeot 208 e versões mais caras de Hyundai HB20 e Fiat Argo, por exemplo.

Mais modelos nacionais?

Em meio às discussões sobre o novo plano para a indústria automotiva no Brasil, a Toyota mantém como mistério a possível produção de uma versão do híbrido Prius no Brasil, com tecnologia que usa o etanol como combustível. “Ainda é um sonho”, afirmou Chang.

Corolla tipo exportação

Enquanto o Yaris nacional não chega, a marca japonesa costura a exportação do Corolla para a Colômbia. Segundo Chang, ainda faltam alguns detalhes para serem fechados, mas a expectativa é mandar os sedãs para lá em 2018.

Se confirmado, será o segundo modelo atual da linha a ser exportado, ao lado do Etios (hatch e sedã), que vai para Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Costa Rica e Honduras.

A exportação tem sido o motor da recuperação da indústria automotiva brasileira. A produção subiu 25% no acumulado de janeiro a agosto, empurrada pelo salto de 56% das vendas para o exterior, que atingiram um novo recorde.

Fonte: https://g1.globo.com/

Autor: Carlos Dias

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